Padres, políticos, justiça (americana) e Netflix se unem para combater a sexualidade livre

Frustrados e pervertidos de todas matizes se unem para manter o preconceito.

osho-quotes

 

Por Prem Milan

Não bastasse todas as TVs, jornais, propagandas e religiões, agora a Netflix lançou um documentário “Wild Wild Country”, distorcendo todo o passado do OSHO (Rajneesh) e sua passagem pelo Oregon. Pois alguém realmente livre, falando sobre sexualidade e apoiando a sexualidade incomoda muito esses caretas reacionários que estão promovendo a depressão na humanidade, os distúrbios emocionais, a neurose… Tudo sempre começa naquele chiqueiro, chamado United States of America. Esses nossos irmãos do norte são os maiores caras-de-pau e aproveitadores da humanidade! Pobrezinho do Drácula… Ele deve morrer de inveja da capacidade de sugação desses “nossos irmãos”.

Seres humanos, vocês acham que os americanos são confiáveis? Nós, a vida inteira, acreditamos neles e, o que aconteceu? “Do you remember“? Todos venenos proibidos lá, eles vendem aqui! Nem vou continuar porque se você acredita nesses caras, nem leia isso aqui! Eles nos roubaram, no enganaram, introduziram a corrupção, a mentira, a manipulação, valores mecanicistas, competição, destruição de concorrentes, remédios de tudo o que é tipo e a criminosa vida sedentária, que causa mais doença que qualquer coisa. Se fingem de liberais e abertos, são “sensíveis” quando interessa… Quando dá qualquer probleminha com eles, eles apelam para os ultra-reacionários, nazifascistas, como Reagan, Bush e Trump. E ferram todo mundo.

Então, nesse doce e querido país, o Osho, então chamado de Rajneesh, acreditou naquela linda e bela constituição que é, na verdade, uma grande MENTIRA, e foi morar lá. Uma constituição que vale para defender os interesses das grandes corporações. Quando não é esse interesse, rasga-se essa constituição, faz-se de conta que ela não existe. Foi isso que fizeram com o Rajneesh, rasgaram a constituição porque interessava… A ida do Osho pra lá causou confusão, porque onde o Osho ia, criava muita confusão por ser um ser vivo e rebelde. Morto não cria confusão, cria grandes manifestações de pesar e dor.

A Netflix fez um documentário super manipulador, super cafajeste sobre a passagem do Osho por lá. Assim como a Globo, a Netflix sabe fazer os filmes bem feitos e manipulados. Através das novelas da Globo nos enfiaram quantos preconceitos e quantas manipulações? Eles tem alta tecnologia de manipulação. Já elegeram presidentes, assaltaram os cofres públicos e estão todos os dias dentro na nossa casa, criando os conceitos de vida dos nossos filhos e de nós mesmos. Eles conseguem fazer milagre com sua manipulação. Todo esse tipo de manipulação começou com Hitler, lembram? Lembram do Goebbels?

Neste documentário da Netflix, eles colocam cidadãos velhinhos, casais de velhinhos, procuradores também já velhinhos, antigos, pois assim eles parecem inofensivos, para dar depoimento e falar sobre quão criminosos eram aqueles jovens, que gostavam tanto de sexo. Para falar como eles eram ruins e maus. Até eu, no começo quando assisti, ficava comovido com aqueles velhinhos. Imagens de ternura, nos passavam.

Mas em um momento eu pensei “quem são esses velhinhos”? A-ham…  Quantos negros esses velhinhos mataram? Quantos negros eles açoitaram? Quantos índios eles mataram? Esses velhinhos são tão inocentes assim? Os carrascos nazistas, quando presos e velhinhos, pareciam inofensivos. Coitadinhos deles, né? Pergunta pros filhos de milhões de judeus que eles assassinaram, o que eles acham… Aqueles velhinhos que aparecem no filme são caras-de-pau! Mentiram, manipularam e, com toda certeza, detonaram com os negros. Aliás, até pouco tempo atrás e até hoje, é feito isso nos EUA, mas todo mundo tapa o olho. Os negros eram massacrados no Oregon. Nem tem mais negro lá. Os que não foram mortos, tiveram que fugir. Os americanos gostam de saber os direito individuais deles, mas não os dos outros. Eles manipulam tanto que eles transformavam os negros em criminosos, com suas “poderosas armas”: pau, pedra e algumas faquinhas. Enquanto que os “coitadinhos americanos”, com rifles e revólveres, eliminaram-os a tiro. Aqueles velhinhos são escravagistas! 

Que confiabilidade tem essas pessoas para chamar os outros de criminosos? Quem andava armado eram os habitantes da cidade de Antelope. Usavam espingardas dando tiros para todos os lados para intimidar aqueles jovens sensuais que os deixavam muitos bravos devido a sensualidade e abertura deles. E como se não bastasse, colocaram três bombas no hotel dos seguidores de Rajneesh. O hotel foi queimado e bombardeado por essa canalhice e, obviamente, fizeram disso um fato comum, como se fosse um acidente e, é claro, a polícia nunca descobriu quem foi. Era “muito complexo”.

Assim como o que diziam de Saddan Hussein, que estava cheio de armas químicas. Na verdade, os americanos queriam roubar petróleo e aí convenceram o mundo com sua mentira e massacraram os Iraquianos. Todo mundo sabe como o Saddan é um filho-da-puta. Agora, entre os presidentes americanos e o Saddan, não tem nenhuma diferença.

Eles ficaram muito irritados porque os sannyasins foram lá e compraram armas para se defender. Armas muito melhores que as deles, o que os deixou mais bravos ainda porque, quando alguém tem um pouquinho mais de poder econômico que eles, ficam enlouquecidos. Pessoalmente, eu não era à favor que se comprasse armas, que fizessem o jogo sujo dos americanos – o país que tem mais armas no mundo e que, em tese, é para se defender. Porém, ninguém na humanidade matou tanta gente quanto os americanos. eles concorrem com Hitler ao Óscar de assassinos… Nesse momento, a Sheela enlouqueceu, porque ela já era fanática e manipuladora. Queria poder. E em resposta aos criminosos de Antelope, que detonaram o hotel e viviam intimidando com armas, ela também começou a usar armas e fazer todas as manipulações que outro lado fazia, como ter colocado salmonela nas comida dos moradores de Wasco.

Isso tudo porque era um jogo político também manipulado pelo outro lado. Só que o Osho não tava sabendo disso. E uma parcela dos sannyasins também entrou na viagem da Sheela, que é uma louca. Aliás, considerada criminosa pelos americanos e, que no filme aparece como uma senhora redimida. A mesma que tentou matar o médico do Osho, porque ela tinha escutas no quarto do próprio Osho e não queria que o Osho descobrisse a farsa que ela tava fazendo, pois o médico era o único que tinha acesso ao Osho além da Sheela. Queridos da Netflix, você estão redimindo a Sheela e sua escudeira que praticou um ato assassino contra o médico do Osho. Elas aparecem nos filmes como umas coitadas arrependidas que a família salvou:  “qua, qua, qua, qua…” “Comunistas comem criancinhas”!

No inicio do filme, sutilmente, colocam como se o Osho tivesse fugindo da Índia por falcatrua e citam bem por cima que jogaram uma faca nele. Hipócritas, mentirosos. Várias tentativas de assassinatos aconteceram contra o Osho pelos religiosos fundamentalistas, porque o Osho se posicionava contra as religiões, contra o fanatismo. Teve que fugir de lá porque queriam matá-lo de qualquer jeito com a conivência do governo indiano. Os sannyasins que iam para a índia eram constantemente ameaçados e agredidos, presos pela polícia sem nenhuma razão. 

E o que poderíamos dizer dos religiosos americanos? Aqueles que ficavam tão incomodados porque as pessoas transavam muito no Oregon, porque os sannyasins gostavam muito de sexo? Eram todos adultos! Não sei de registro de queixas de pedofilia contra Osho ou a comuna do Oregon… Agora, eu sei de 900 casos, só na cidade de Boston, de crianças que foram estupradas por padres, abusadas sexualmente! E que aqueles procuradores, aquelas grandes pessoas americanas, aqueles velhinhos que frequentam essa igreja e que juntam as mãos para Deus, pagaram por esses abusos. Pagaram preços altíssimos por esses abusos sexuais. Esses não são criminosos, a esses é que se atribui o direito de dizer que os outros são criminosos, pelo simples fato de gostarem abertamente de sexo. O Osho nunca escondeu, todo sannyasin gosta de sexo.

E pra esses que falam do Namastê, a gente gosta de sexo sim. O que nós praticamos é sexo de alta qualidade, o que não é possível ter com freiras ou prostitutas. Muito menos com mulheres reprimidas dentro de casa. E nós não somos perversos, muito pelo contrário! Nós transamos olhando nos olhos, nós aprofundamos nosso amor. Quando quebramos relações, nós choramos, expressamos. Nós não ficamos em relações por conivência, por acomodação, por medo… É uma escolha de vida, nós somos fiéis ao nosso coração e não as leis da santa madre igreja.

Como ousam condenar nossa sexualidade natural, espontânea e consciente? Vocês americanos, que praticam abusos de crianças, apoiam o abuso de crianças e que só num lugar do país de vocês mostram que houve mais de 900 abusos sexuais de crianças realizados por padres e denunciados, não por Rajneesh, mas por um filme que vocês elegeram o melhor do ano: Spotlight, que ganhou o Óscar.

Essa série vagabunda do Netflix não foi feita por nenhum sannyasin decente. Os sannyasins mortos, que quando eram jovens tinham energia sexual e depois viraram um bando de velhos de caretas, esses talvez gostem disso aí. Nós, sannyasins vivos e vibrantes não gostamos! Na verdade, repudiamos as inverdades, as distorções e as mentiras. 

É bom que todos vejam esse vídeo do Netflix e vejam a canalhice que é. A sem-vergonhice que é. Em nenhum momento mostram a posição do Osho. A conversa do Niren, o advogado do Osho, foi toda editada. Além dele ser ingênuo o suficiente para confiar que os americanos fariam um bom trabalho com as gravações. Ele acabou sendo um cidadão americano bem-comportado assinando a autorização de uso das imagens e áudios. Queria eu ter falado neste filme, pra cuspir palavras de fogo de alguém que não anda cumprindo as leis americanas que declaram: “pra encher nossa barriga, podemos foder com o mundo inteiro”! E ainda querem falar de direitos humanos e liberdade individual, o que eles não cumprem. 

 

Aguardem a sequencia: Netflix promove campanha para expulsar todas religiões pedófilas dos EUA.

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Um comentário sobre “Padres, políticos, justiça (americana) e Netflix se unem para combater a sexualidade livre

  1. Ainda que o documentário use imagens e dados reais, a forma como a história é contada induz a ideia de que o Osho era um canalha e que tudo que cresceu ao seu retor foi uma grande farsa. Quão longe da verdade é isso!
    Contra argumentei em um post de um amigo que assistiu a série e publicou que ela mostrava o perigo dos falsos mestres dizendo:
    Em “Wild Wild Country” é possível ver o nível de loucura ao qual as pessoas podem chegar, infelizmente de ambos os lados.
    Queria fazer uma ressalva, acho importante perceber que o documentário é sobre a trágica experiência da comuna no Oregon. Em nenhum momento são abordados os ensinamentos do Osho. A única parte que ele aparece falando é quando estoura os escândalo do grupo da Sheela.
    Por esse motivo o documentário tende a levar a conclusão de que tudo era uma grande farsa, o que é uma leitura muito superficial.
    Outros mestres enfrentaram situações semelhantes e alguns acabaram realmente na cruz como consequência dos conflitos gerados pela incompreensão e distorção dos seus ensinamentos.
    É preciso que se entenda como era o mundo em 84, qual a mentalidade dos americanos, qual o potencial explosivo dos ensinamentos revolucionários do Osho e se tente se colocar naquela situação para entender melhor o resultado trágico daquele triste embate.
    Contudo, mais importante ainda é ressaltar que não há comparação entre o estrago que a experiência do Oregon causou e o incomensurável benefício dos ensinamentos do OSHO para o mundo e para os indivíduos.
    Sou um o exemplo disso. Minha eterna gratidão ao mestre!
    Namastê!
    Sw. Shantam Gitam / Marcelo Bohrer

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